Vivo numa luta diária com mundo ao qual pertenço
Estou sempre atrasada pra começar a viver
E frágil demais pra poder suportar
toda a ansiedade que cabe em sentir
E em se sentir
Andando pro lado oposto
Na contramão
Pareço correr pro caminho contrário
E dar barrigadas onde o mundo termina
Nas barreiras que ele criou em mim
Quando ele me domina, eu delimito seu espaço
E aos poucos assumo o controle
Quando eu o domino, ele me assusta
E mais que depressa me sinto caindo
Sempre pra mais longe
Parecendo cada vez mais esquisita
Acho que sou o oposto do que ele queria de mim
O negativo do que achavam que eu seria
E assim sigo procurando meu pólo positivo
Meu bônus, a avenida certa pra não andar sempre de ré
O lado pra onde se deve ir,
de onde se deve partir,
e aonde se deve chegar
Wow….
…. lindo aqui…
de frágeis, nada…