peixe de ouro que padece no abismo
molhado da minha água
viva
canta o paraíso
na mente oca do bicho,
seu halo cor de fim de noite
embala a viola de chuva
que cai de torpor
Tropeçou no paralelepípedo
Levou coice da fonte
Uma pedra no olho
janeiro 15, 2012 por Sarah Zewe Uriarte
peixe de ouro que padece no abismo
molhado da minha água
viva
canta o paraíso
na mente oca do bicho,
seu halo cor de fim de noite
embala a viola de chuva
que cai de torpor
Tropeçou no paralelepípedo
Levou coice da fonte
Uma pedra no olho